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Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017
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Última Atualização: 18:53 - 04/05/2017

Centro Mundial
de Estudos Humanistas
(CMEH)

Antecedentes e bases conceituais

Antecedentes

O Centro Mundial de Estudos Humanistas é um organismo que faz parte do Movimento Humanista, que surgiu em 4 de maio de 1969, com uma exposição pública de seu fundador, Silo, conhecida como “A Cura do Sofrimento”, em uma paragem da Cordilheira dos Andes chamada Punta de Vacas, perto da fronteira entre Argentina e Chile.

O Movimento Humanista se apóia na corrente de pensamento conhecida como Novo Humanismo ou Humanismo Universalista, que se encontra exposta na obra de Silo e na de diversos autores que nela se inspiraram.

Esse pensamento, que implica também um sentimento e uma forma de viver, expressa-se em diversos campos do quefazer humano, dando origem a diversos organismos e frentes de ação. Todos eles se aplicam em seus campos específicos de atividade com um objetivo comum: humanizar a Terra, contribuindo, assim, para aumentar a liberdade e a felicidade dos seres humanos. Assim, têm em comum a metodologia da Não-violência Ativa e a proposta de mudança pessoal em função da transformação social.

Outros organismos surgidos do Movimento Humanista são: o Partido Humanista, A Comunidade para o Desenvolvimento Humano, o Mundo sem Guerras e sem Violência e a Convergência das Culturas.

O CMEH foi apresentado no Primeiro Fórum Humanista Mundial, celebrado em Moscou em outubro de 1993.

1. Definição

O Centro Mundial de Estudos Humanistas (CMEH) é uma organização dedicada ao estudo, investigação e difusão do pensamento e visão do Humanismo Universalista e sua aplicação aos problemas da sociedade e da ciência atuais. Promove toda tendência ao desenvolvimento do conhecimento acima das limitações impostas ao saber por preconceitos aceitos como verdades absolutas e imutáveis, promovendo o pensamento estrutural, dinâmico, relacional e crítico.

O CMEH desenvolve sua atuação em diversos países, continentes e zonas culturais em nível mundial. Propõe-se a elaboração de produções (escritos, audiovisuais, etc.) e programas de trabalho, a capacitação de outros e a difusão da doutrina do Humanismo Universalista, orientada à transformação pessoal e social, com o compromisso de aplicar esses conhecimentos somente para o bem-estar e desenvolvimento do ser humano. Do mesmo modo, propõe-se potencializar a criação e desenvolvimento de novos CEHs, sobretudo nas culturas que não estejam suficientemente representadas.

Para esse fim, forma comissões de trabalho, frentes de ação ou outros órgãos adequados para o cumprimento de seus objetivos. Organiza cursos, seminários, debate, conferências, congressos, simpósios e demais eventos úteis para a difusão e divulgação de suas produções. Edita, emite e publica posicionamentos que cheguem à opinião pública e possam ser considerados na tomada de decisões pelas autoridades pertinentes. No desenvolvimento dessas atividades, celebra, ocasionalmente, convênios de colaboração e intercâmbio com outras pessoas, associações ou organizações públicas, privadas e mistas, sem estabelecer relações de dependência orgânica com elas.

A participação, através dos CEHs locais, está aberta a todos os que tenham genuíno interesse em realizar essas investigações e trabalhos dirigidos ao objetivo proposto, estimulando o intercâmbio e o trabalho conjunto entre seus componentes.

2. História

O CMEH foi criado no 1º Fórum Humanista Mundial celebrado em Moscou, em outubro de 1993, por iniciativa de Silo. Iniciou suas atividades enquadrado na orientação do Humanismo Universalista, desenvolvendo-se essa primeira etapa até o início de 1998.

Nesse período, o CMEH realizou seminários e estudos dedicados à investigação das tradições e inovações humanistas nas distintas culturas, da economia e das ciências sociais em geral. Esses seminários foram realizados conjuntamente com Institutos da Academia de Ciências da Rússia, centros culturais e educativos de Buenos Aires, Santiago do Chile, México, Madri e outras universidades e instituições científicas. Em 1994, participou do 2º Fórum Humanista no México e, no ano seguinte, do Encontro Aberto do Humanismo, em Santiago do Chile.

O resultado dessas investigações foram publicadas na forma de “Anuário do Centro Mundial de Estudos Humanistas” nos anos de 94, 95, 96 e 97. Publicou-se também “Dicionário do Novo Humanismo” de Silo, hoje incorporado ao Volume II de suas Obras Completas.

A partir de abril de 2006, a partir do Centro de Estudos Humanistas de Buenos Aires se impulsionou a continuidade do CMEH. Nesse mesmo ano, somaram-se os Centros de Estudos Humanistas (CEH) de Barcelona, Santiago do Chile, Madri, Moscou, Paris e Roma.

Teve início, então, uma atividade permanente, caracterizada pela autonomia e simultaneidade na atuação dos CEHs em suas respectivas cidades e países, assim como pelo desenvolvimento da metodologia de estudo e investigação própria do CMEH, formulada a partir de seminários realizados em distintas cidades da América e da Europa.

Em novembro de 2008, realizou-se no Parque de Estudo e Reflexão de Punta de Vacas, com apresentações prévias na Universidade de Cuyo, Argentina, e na Universidade de Santiago do Chile, o 1° Simpósio Internacional do CMEH, “A Ética no Conhecimento”. Nesse evento, constituiu-se a Federação Mundial de Centros de Estudos Humanistas, formada pelos CEHs antes mencionados e outros em formação, com os assistentes formalizando o “Compromisso Ético”.

Em abril de 2009, os CEHs da Europa realizaram um “Simpósio Internacional sobre Não-violência”, no Parque de Estudo e Reflexão de Attigliano, na Itália.

3. Bases conceituais

Embora a doutrina do Humanismo Universalista possua grande amplitude e riqueza, podemos destacar os seguintes pontos como a base conceitual desta nova visão sobre o ser humano, a sociedade e a história.

3.1. O ser humano

O Humanismo Universalista define o ser humano como ser histórico cujo modo de ação social transforma sua própria natureza. Um ser aberto ao mundo, de dimensão histórico-social, cuja consciência é ativa e cuja atividade é transformadora do mundo, de acordo com sua intenção. Intenção lançada à superação da dor e do sofrimento, que o leva a humanizar a natureza, a sociedade, seu próprio corpo e a si mesmo.

3.2. Os momentos humanistas

O Humanismo Universalista destaca a existência de momentos humanistas na história das diversas culturas, nas quais pode-se detectar as seguintes características:

  • localização do ser humano como valor e preocupação central;
  • afirmação da igualdade de todos os seres humanos;
  • reconhecimento da diversidade pessoal e cultural;
  • tendência ao desenvolvimento do conhecimento por cima do aceito como verdade absoluta;
  • afirmação da liberdade de idéias e crenças;
  • repúdio a toda forma de violência.

3.3. A experiência como ponto de partida

O Humanismo Universalista desenvolve sua doutrina partindo da experiência humana. Não parte de idéias, teorias ou abstrações, mas sim da observação da própria experiência. Isso o leva a realizar seus desenvolvimentos incluindo o observador em estrutura com o fenômeno observado e não a partir de uma pretensa objetividade dada por não considerar como o observador afeta o observado. Essa posição do observador leva a exercitar a descrição rigorosa, própria da fenomenologia, em vez de sua interpretação a partir de uma teoria – o que se expressa em um método que busca não apenas a explicação, mas fundamentalmente a compreensão do estudado.

Nesse sentido e em essência, a Psicologia Humanista parte da experiência do existente comoestrutura consciência-mundo.

A consciência, além disso, experimenta-se aberta ao mundo e em permanente dinâmica. Essa estrutura dinâmica é a base da experiência humana de onde parte a doutrina do Humanismo Universalista.

Desses fundamentos, desprende-se uma metodologia do pensar e uma ética da ação.

3.4. Metodologia do pensar

Observa-se na consciência uma dupla capacidade. Por um lado, a de captar os fenômenos dos mundos externo e interno; por outro lado, a de tentar ordenar e dar sentido ao que se experimenta, através do pensamento. É a partir dos registros do pensar e da observação dos mecanismos que o constituem que se pode fundamentar uma metodologia do conhecimento baseada na “experiência do pensar”. Os desenvolvimentos mais gerais do pensar permitem, por sua vez, a formulação de um conjunto de princípios e leis universais.

O CMEH propõe, para seus estudos e investigações, um método baseado na observação da experiência do pensar. Esse método, junto com os princípios e leis universais, formam uma estrutura coerente que facilita a compreensão dos problemas abordados. (Princípios, leis e método desenvolvidos no livro “Método Estrutural Dinâmico”, Jorge Pompei, CMEH, 2008.)

O Método se apresenta como um conjunto de procedimentos analítico-sintéticos que permite ordenar os fenômenos estudados e facilitar sua compreensão. Seu exercício tende a reeducar o modo de encarar a aprendizagem e o modo de compreensão, sendo uma ferramenta de transformação daquele que investiga e do mundo que o rodeia.

3.5. Ética da ação

Tendo a experiência como ponto de partida, a validade dos atos de conduta não podem ser ponderados senão pelo registro que deles se tenha.

Por isso, mais que uma valorização moral externa, o Humanismo Universalista propõe “Princípios de Vida” que se relacionam com o registro interno e orientam a conduta para a realização de “ações válidas”.

Os indicadores que permitem identificar essas “ações válidas”, quer dizer, aquelas que dão sentido, coerência e crescimento interno, são:

  • o registro de profunda distensão ao serem realizadas;
  • o desejo de repeti-las;
  • a sensação de crescimento interno.

Pelo contrário, aquelas ações que produzem contradição entre o que se faz e o que se pensa e se sente debilitam o desenvolvimento interno das pessoas.

Em termos sociais, a relação com os outros deve, por sua vez, considerar não prejudicar os demais com a própria ação e. para que isso seja coerente com o anterior. terá que considerar a regra de ouro que enuncia “trata os demais como queres ser tratado”.

Isso constitui uma escala de valores em cujo ponto mais alto está a coerência, uma nova moral para a qual não é indiferente qualquer tipo de ação, uma nova aspiração que implica ser conseqüente no esforço por dar direção aos acontecimentos humanos.

As atividades solidárias genuínas, aquelas que buscam o bem-estar do conjunto mais que os próprios interesses, vão nessa direção e contribuem com o crescimento da sociedade humana.

Por sua parte, a busca do conhecimento ou sua aplicação também devem ter um necessário marco ético que exija que a investigação e o uso do conhecimento só possam estar a favor do crescimento da vida humana e nunca gerar ou justificar seu dano ou destruição.

É por isso que o CMEH propõe que a investigação científica deve ser acompanhada por um “Compromisso Ético” que explicite e comprometa os estudiosos e investigadores a utilizá-la somente a favor da vida humana. Esse “Compromisso Ético” constitui, então, o fundamento de toda investigação e orienta a direção mental do investigador que, simultaneamente ao desenvolvimento de sua ação, aprofunda um processo de transformação de si mesmo.

Essa e não outra pode ser a finalidade do conhecimento, que por outro lado é patrimônio do processo humano e que será, então, um “bom conhecimento”.

3.6. A construção social e a ética da não-violência

O Humanismo Universalista aspira à construção de uma Nação Humana Universal como meta do processo social humano. Mas trabalhar por esse objetivo implica uma metodologia de ação coerente com sua ética. Essa metodologia é a não-violência.

A não-violência pode ser compreendida como um sistema determinado de conceitos morais que rejeitam a violência, assim como uma estratégia de luta consistente na denúncia sistemática de todas as formas de violência que o sistema exerce.

Reconhece entre seus antecedentes as ações desenvolvidas por Mahatma Gandhi, Martin L. King e Kwame Nkrumah, entre outros.

Diferentemente do pacifismo, que é uma denúncia contra o armamentismo, a Não-violência se constitui em um método de ação e um estilo de vida.

Esse método de ação conjuga a coerência interna do pensar, sentir e atuar na mesma direção com a coerência social de tratar os demais como queremos ser tratados.

O ser humano, em seu movimento para a liberdade, ou seja, em sua luta por superar as condições de dor e sofrimento, encontra na metodologia da não-violência uma ferramenta de transformação do meio histórico-social coerente com a construção da Nação Humana Universal e com seu próprio registro interno de unidade.

4. A formação pessoal dos membros do CMEH

Em correspondência com a proposta de mudança social e pessoal simultâneas, própria do Humanismo Universalista, os membros do CMEH realizam periodicamente seus trabalhos de formação pessoal baseados no Manual de Formação para Membros do Movimento Humanista. Tal Manual inclui tanto temas de estudo quanto seminários e retiros que, geralmente, são realizados nos Centros de Trabalho dos Parques de Estudo e Reflexão, localizados em diversas cidades e países dos 5 continentes.

Os temas de estudo estão ordenados em 4 seções:

  • Temas do Humanismo Universalista
  • Tema sobre a superação do sofrimento
  • Tema sobre a não-violência
  • Temas da Psicologia Humanista

Por outro lado, os seminários e retiros de trabalho pessoal estão baseados nos livrosAutoliberación, de L. Ammann e Experiências Guiadas, de Silo (em Obras Completas, Vol. I). Entre os diversos trabalhos incluídos, podemos mencionar os seminários sobre práticas atencionais, psicofísicas e de relaxamento, os retiros sobre autoconhecimento, experiências guiadas e espaço de representação. Tanto os temas de estudo quanto os seminários e retiros podem ser tratados como unidades independentes e, por isso, cada grupo de trabalho pode escolher qualquer deles, conforme seus interesses e necessidades.

5. Materiais de referência

5.1. Materiais oficiais

  • Documento Humanista
  • Compromisso Ético
  • Obras Completas, Silo, Volumes I e II, Plaza y Valdés, 2002
  • Apontamentos de Psicologia, Silo, Ulrica Ediciones, 2006
  • Método Estrutural Dinâmico, Teoria e Prática, Jorge Pompei, CMEH, 2008.
  • Manual de Formação Pessoal para Membros do Movimento Humanista, Centro de Estudos Parque Punta de Vacas, 2009

5.2. Publicações do CMEH

  • O humanismo nas diferentes culturas, Anuário 1994 do CMEH. Virtual Ediciones, 2008
  • Contribuições à cultura humanista, Anuário 1995 do CMEH. Virtual Ediciones, 1996
  • Perspectivas humanistas, Anuário 1996 do CMEH. Virtual Ediciones, 1997
  • Introdução à economia do Novo Humanismo. Anuário 1997 do CMEH. Virtual Ediciones, 1997
  • Violência e tolerância: história, atualidade e perspectivas. Anuário 2006 do CEH Moscou. CEH Moscou e URAP, 2007
  • Bases humanistas para a convergência entre culturas. Anuário 2007 do CEH Moscou. CEH Moscou e URAP, 2008.
  • Ética no conhecimento. 8 DVDs com o desenvolvimento do simpósio. CMEH, 2009
  • Ética no conhecimento. Exposições do simpósio. Anuário 2008 do CMEH.
  • Bizâncio, a raiz comum. Vídeo, CEH Moscou, Fundação Pangea e UNED, 2009

5.3. Materiais recomendados

  • Memórias do futuro, Javier Tolcachier, Virtual Ediciones, 2008
  • Humanism in India. Note for a Study of History, Fernando Garcia, 2008.
  • A necessidade de uma ética saborosa, Néstor Tato, Ediciones el Escriba, 2008
  • A não-violência através de seus guias, Néstor Tato e Clara Serfaty. Virtual Ediciones, 2008
  • Interpretações do humanismo, Salvatore Puledda, Virtual Ediciones.
  • O fim da pré-história, Tomas Hirsch. Ed. Expressão Popular, 2008
  • Federico II, uma ponte entre o Oriente e Ocidente. Vídeo, Fundação Pangea e UNED, Espanha, 2007

Lineamentos Organizativos

1. Aspectos gerais

O Centro Mundial de Estudos Humanistas é o conjunto de centros de estudo organizados em diversas cidades, países e continentes, federados mundialmente e em contínuo desenvolvimento e expansão.

A coordenação do CMEH é realizada por uma Equipe Coordenadora Mundial (ECM) de aproximadamente 12 membros, que distribuem entre si as funções de comunicação, difusão e administração necessárias para cada etapa. Exemplo de funções: informação (Web, listas de e-mail), traduções, publicações, imprensa e difusão, eventos mundiais, economias, questões legais, etc. O trabalho das funções do CMEH é colegiado em paridade de membros, os quais se renovam a cada 2 anos por eleições diretas de todos os membros ativos do mundo.

O corpo fundamental do CMEH são os Centros de Estudos (CEH), que promovem sua atuação em um âmbito geográfico local: cidade, bairro, universidade, etc., podendo haver mais de um CEH no mesmo espaço.

Pode ser membro pleno de um CEH toda pessoa que compartilhe os objetivos do CMEH, assine o Documento Humanista e o Compromisso Ético, efetue a contribuição econômica pessoal anual e esteja disposta a participar de um processo de formação no Humanismo Universalista, relacionado com suas bases conceituais, sua metodologia de investigação e sua ética. Os membros plenos podem votar e apresentar-se como candidatos nas eleições.

Pode ser membro aderente de um CEH todo aquele que, mesmo sem assumir os compromissos mencionados, queira apoiar as atividades ou contribuir economicamente para fins específicos. Os membros aderentes não participam das decisões nem votações, mas recebem periodicamente informação relacionada às atividades e projetos do respectivo CEH e do Centro Mundial.

2. Formação de um CEH

Um CEH começa com um grupo inicial ou promotor que coloca em marcha atividades a partir dos materiais básicos do CMEH. Esse grupo promotor elabora um plano de trabalho (investigação própria, grupos de estudo com outros centros, ações para o meio) e começa com reuniões periódicas para a implementação desse plano e para a formação pessoal de seus membros; inicia seu site na Internet e sua lista de e-mails.

Quando o grupo promotor adquire um desenvolvimento mínimo (cerca de 10 membros ativos) e permanência em suas atividades, pode constituir-se como Centro de Estudos, elegendo por votação direta as funções de coordenação local e o enlace que o conectará com o ECM e com outros Centros.

Segundo o grau de desenvolvimento dos CEH em seu lugar de aplicação e com o fim de facilitar o cumprimento dos objetivos em sua relação com o meio, os CEHs tendem a obter sua personalidade jurídica como “associação civil sem fins lucrativos” (ou figura similar, de acordo com a normativa de cada lugar).

3. Economia

Cada CEH financia suas atividades com a contribuição pessoal de seus membros ativos e para isso realiza uma coleta anual, cujo montante é determinado por acordo entre os CEHs de um mesmo país. Do montante arrecadado, cada CEH destina uma parte para suas atividades de base e outra para o Centro Mundial. As proporções são definidas pela Equipe Promotora Mundial. A Equipe Coordenadora Mundial prestará contas anualmente do destino dos fundos recebidos.

Todas as funções, tanto nos CEH quanto na Equipe Coordenadora Mundial, são ad honorem.

4. Eleições diretas

Tanto a renovação periódica das funções (no máximo a cada 2 anos na base e a cada 2 anos em nível mundial), quanto as decisões fundamentais para o funcionamento dos CEHs e do CMEH serão realizadas por eleições diretas com a participação dos membros ativos. A reeleição será limitada.

 


* Fica a cargo dessa Equipe a definição dos detalhes de implementação, como calendários com datas das campanhas econômicas e eleições, parâmetros para a definição do montante da contribuição anual, distribuição por níveis de coordenação desses recursos, funções específicas das Equipes Promotoras Mundiais, determinação do logotipo oficial, etc.